Uma recente ação de fiscalização realizada pelo Procon de Cabo Frio em uma clínica de estética no centro da cidade gerou controvérsia e preocupação entre biomédicos estetas que atuam na Região dos Lagos. A divulgação de informações relacionando a interdição do serviço de Endolaser à ausência de médicos no local provocou um forte movimento da categoria, que alega prejuízos profissionais e generalização indevida.
Representadas pela biomédica Amanda Dias e apoiadas pelo Conselho Regional de Biomedicina da 7ª Região (CRBM-7), as profissionais buscam espaço público para esclarecer a população e contestar a interpretação divulgada sobre a competência técnica da classe.
Em resposta aos questionamentos levantados pela fiscalização, o CRBM-7 encaminhou ao Procon de Cabo Frio o Ofício nº 9792/2026–CRBM7. No documento, o órgão de classe detalha as resoluções e normativas vigentes da biomedicina, sustentando que profissionais devidamente habilitados, capacitados e registrados possuem respaldo técnico-normativo para o exercício da estética avançada, incluindo o manuseio de tecnologias como o Endolaser.
A categoria ressalta que apoia as ações de fiscalização e o combate a irregularidades na prestação de serviços à saúde e estética, mas contesta a generalização que possa colocar em dúvida a qualificação de profissionais regulares. Segundo o relato enviado à imprensa, os biomédicos estetas habilitados solicitam que o Procon apresente esclarecimentos ou retificações públicas para evitar danos à reputação dos estabelecimentos regulamentados na região.
Nossa equipe de reportagem busca contato com a coordenação do Procon de Cabo Frio para ouvir o posicionamento do órgão em relação ao ofício enviado pelo CRBM-7 e permanece à disposição dos representantes da categoria e das autoridades para novos esclarecimentos.
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